O ICMS Ecológico é bom para o Brasil?

O ICMS Ecológico existe no Brasil desde 1991, quando o Paraná implementou essa legislação de transferências fiscais ecológicas no intuito de favorecer municípios obrigados a manter áreas de preservação ambiental. Desde então, diversos estados brasileiros instituíram políticas públicas semelhantes, no intuito de agraciar localidades que incrementem suas práticas socioambientais. Mas, será que essas atitudes geram os resultados esperados? Para responder a esta questão, pesquisadores da Alemanha e do Rio de Janeiro analisaram dados nacionais de 1991 a 2009 e constataram que a existência do ICMS-E efetivamente melhora a proporção de áreas preservadas nos municípios brasileiros.
Esportes e mulheres: uma combinação sem defeitos

Não vamos chegar aqui dizendo que: “lugar de mulher é onde ela quiser”. Mas verdade seja dita, errado não tá! O fato é que o caminho ainda não está nem perto de chegar ao fim mas, hoje, já podemos ver mulheres ganhando o merecido espaço, seja lá onde queiram estar. E é claro que, quando […]
Maiores gastos públicos com educação melhora a qualidade de ensino?

A literatura sobre a efetividade dos recursos aplicados nas instituições de ensino conta com alguns nomes importantes, que defendem posições diferentes quanto às políticas de aumento de recursos para a educação. Nesse empasse, Diaz (2012) contribui com o debate sobre a qualidade do gasto público municipal em educação, especificamente com ensino fundamental no Brasil, por meio da análise sobre a existência ou não de relação entre os gastos municipais em educação e os resultados de suas redes, avaliados de acordo com IDEB obtido no ano de 2005.
Mulheres são menos corruptas que homens?

Corrupção política é um tema amplamente pesquisado na literatura acadêmica, de modo que, recentemente, pesquisadores demonstram interesse nas diferenças existentes entre a gestão pública de homens e mulheres. Especificamente no intuito de averiguar se prefeitas praticam menos atos corruptos em relação aos prefeitos, Brollo e Troiano (2016) analisaram as eleições municipais brasileiras dos anos de 2000 e de 2004 e concluíram que indivíduos do sexo masculino tendem a ser eleitos e reeleitos com maior frequência, além de praticar mais atos de corrupção política, contratar mais cargos temporários e contar com mais verbas provenientes de doações privadas para suas campanhas.
Conheça o LAIPP da Escola de Gestão, Economia e Negócios do IDP

Conheça o Laboratório de Avaliação e Inovação em Políticas Públicas do IDP (LAIPP) da Escola de Gestão, Economia e Negócios do IDP. O Laboratório de Avaliação e Inovação em Políticas Públicas (LAIPP) tem como objetivo preencher a visível lacuna existente entre academia e sociedade. Através da publicação de textos que fazem as mundialmente conhecidas “traduções […]
Já está no ar o novo episódio do Economisto, o podcast de Economia e Políticas Públicas do IDP!

O Economisto é o podcast de economia e políticas públicas do IDP, onde o economista e professor Pedro Fernando Nery recebe os maiores especialistas do país para debater as mais diversas questões que impactam nossa sociedade: desigualdade social, educação, programas sociais, atuação do estado, racismo, desigualdade de gênero, eleições e políticas públicas são alguns dos […]
Informações mais claras sobre as taxas de juros ajudam os consumidores?

Políticas públicas que regulam a concessão de crédito ao consumidor normalmente exigem que instituições financeiras exibam informações sobre as taxas de juros aos clientes. Entretanto, na ausência de diretrizes específicas, credores podem usar artifícios para dificultar a identificação desse dado, sem infringir a lei. Para averiguar se essa atitude é prejudicial ao consumidor, Ferman (2015) realizou um experimento em parceria com uma companhia de cartão de crédito que testou formas distintas de apresentar informações referentes à taxa de juros aos clientes. Os resultados demonstram que a maioria dos consumidores são avessos aos juros, independentemente da forma com a qual são exibidos.
Programas de transferências de renda do governo tendem a desencorajar o trabalho?

Dada a ambiguidade da literatura quanto à relação entre programas de auxílio do governo e a oferta de mão-de-obra, Banerjee et al. (2017) reanalisam os dados de sete ensaios controlados randomizados de programas de transferência bancária em seis países em desenvolvimento para examinar os impactos dos programas sobre a oferta de trabalho. Os resultados encontrados sugerem que as transferências podem ser uma política eficaz para ajudar a combater a pobreza e a desigualdade.
Resultado do Edital dos Programas PAGRUP E PAPIN 2020.2

[vc_row][vc_column][vc_column_text] É com bastante entusiasmo que O Centro de Pesquisa do IDP torna público o resultado dos Programas de Apoio ao Desenvolvimento de Grupos de Pesquisa e de Apoio à Iniciação Científica e à Pesquisa (PAPIN, edital nº 34) nos cursos de graduação em Direito e em Administração do IDP referente ao 2º Semestre de […]
Por que não investimos mais em Educação?

Dado seu potencial benéfico, muito se discute sobre os efeitos da educação em países emergentes. No Brasil, há um longo debate acadêmico sobre a participação dos eleitores nas decisões sobre investimentos em educação. Enquanto estudos indicam que um dos motivos que impedem a expansão dos aportes em educação é a captura das instituições democráticas por parte das parcelas mais ricas da população, pesquisadores testaram uma hipótese alternativa, por meio de um experimento. Os resultados indicam que as camadas mais pobres da população brasileira tendem a preferir políticas públicas de transferência de renda ao invés de investimentos de longo prazo em educação.